quinta-feira, 14 de outubro de 2010

AD&D na Torre

Ocorre o primeiro embate em larga escala entre a 13ª legião e os rebeldes da ilha de Lodis, uma batalha em que a legião Elorana levou clara vantagem, e só não venceu o confronto devido à uma intervenção externa, que causou um terrível caos no campo de batalha quando os mortos começaram a se levantar, surgiram redemoinhos e a cidade de Ravenmore foi destruída por um terremoto. A população de mulheres, idosos e crianças fora poupada por ter sido negociada com o comandante Braxis da Legião para que eles fossem deixados de fora do confronto, e Braxis os deslocou para uma área fora da cidade e próxima ao acampamento deles. Ao final da batalha, o que sobrou da legião perseguiu alguns dos poucos sobreviventes das forças rebeldes, recrutando os novos voluntários ou executando aqueles ainda leais à causa. Os bravos heróis sobreviventes à batalha acabam sendo levados a uma cidade conhecida como o Santuário, onde o cavaleiro Gunglain acaba tendo um encontro com a misteriosa cartomante, que prevê que ele liderará um grande número de homens, e que terá poderosas relíquias à sua disposição, assim como um terrível confronto com a morte. Essa mesma cartomante encontrou Ajhara em uma outra ocasião e previu para o mesmo uma grande fortuna. Sob as instruções da sábia Viviane os heróis partem do Santuário rumo ao covil do falecido ancião vermelho Sharckalla para recuperar o cinturão de Aramus, um cinto que concedia ao seu usuário a força de um gigante. Após um confronto ferrenho contra uma tribo de orcs, um clã de gigantes do fogo, um efreet e um dos descendentes de Sharckalla, os heróis conseguem recuperar os tesouros e rumam para a próxima etapa de sua jornada.

A batalha do Apocalipse

Saudações;

Finalmente venho com novidades referentes às minhas leituras. E desta vez li A batalha do Apocalipse, escrito por Eduardo Spohr.

Neste romance temos como protagonista o anjo renegado Ablon, que havia sido o maior dos generais das legiões celestes, que havia derrotado divindades pagãs em defesa da criação, que tentou organizar uma rebelião contra os terríveis massacres perpetrados contra a humanidade devido à tirania do Arcanjo Miguel, seu grupo de rebeldes foi traído pelo Arcanjo Lúcifer, o que resultou em seu banimento do paraíso. Desde então, Ablon e seus companheiros foram obrigados a viver na Terra, entre os humanos, e aguardar o dia do juízo final para o derradeiro ajuste de contas. Ablon sentiu seus antigos companheiros de luta serem caçados e mortos um a um, tanto pelas forças celestiais comandadas por Miguel quanto pelas hordas infernais comandadas por Lúcifer, que havia iniciado sua própria revolta e foi derrotado e banido para o inferno com seus anjos caídos, assim como os eventos mais marcantes da história da humanidade.

O livro é muito bom, os personagens são todos muito interessantes, são quase 600 páginas de um épico, e não tem vampiros.