Há alguns anos venho acompanhando os romances escritos por Leonel Caldela no cenário de RPG nacional mais bem sucedido aqui, sim, estou falando do Tormenta, sim, aquele que foi criado pelo Marcelo Cassaro e o restante do Trio Tormenta, que foi lançado na Dragão Brasil 50, aquele cujo qual foi lançada uma série em mangá chamada Holy Avenger que ganhou prêmio e tudo no japão, e que acabei me afastando por achar que o rumo do trabalho deles estava muito bobinho, mal trabalhado e talz. Até que então me deparei com o Inimigo do Mundo, e não tirava os olhos do livro até terminar de lê-lo, e quando encontrei o Crânio e o Corvo na Loja, devorei-o avidamente, e com gande antecipação eu esperei pelo último livro: O terceiro deus.
Caldela fez um trabalho muito bacana em sua obra nessa trilogia, e no segundo e terceiro livros ele escreveu paca, que me fez retomar o interesse por um cenário que eu tinha passado a sentir repulsa, ainda mais levando em consideração que muitos dos elementos do cenário foram tirados de outros cenários, de maneira quase escrachada, mas o que são os cenários de fantasia medieval da época da segunda edição, ao menos no começo, senão outras versões da obra de JRR Tolkien? (Isso me faz lembrar de Bastard que chamou os pequeninos de Hobbibits como um pequeno trocadilho justificando que era por causa dos direitos autorais).
Voltando ao Tormenta RPG, em seu sistema de regras eles aproveitaram a maior parte das coisas boas do terceira edição do D&D, e acrescentaram elementos que podiam ser vistos no Arcana Unearthed, Star Wars Saga, e a tão esperada regra de pontos de magia, que se não me engano tem uma versão dessa no SRD. Eles tornaram o sistema muito mais dinâmico e heróico, tornando os personagens menos dependentes de itens mágicos.
Em breve estará saindo o primeiro suplemento dessa nova edição, o Guerras Táuricas.
Até lá.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
O caso do Goleiro Bruno
Uma vez mais temos um escândalo envolvendo um assassinato brutal e covarde de uma mulher. Um crime cuja brutalidade não pode ser expressa em palavras, orquestrado por um homem que poderia facilmente pagar uma pensão para ela e o bebê, mas que em vez de dar o direito dela, o sujeito sequestra, espanca, a obriga a ingerir substâncias abortivas, toma o filho dela, e (na melhor das hipóteses) a entrega a um destino desumano nas mãos de um outro monstro que não só a mata, mas ele destrincha sua carne, separando dos ossos, e dá de comer aos cães, enquanto some com a ossada.
Por mais que a Eliza não valesse nada, fosse uma maria chuteira de mão cheia, não justifica a bárbarie com que esse crime foi realizado. Me pergunto até aonde vai o sofrimento da família da moça, pois já é cruel saber que você terá que enterrar um filho, é ainda mais cruel não saber que fim um filho levou, se está vivo ou morto, mas até aonde vai o sofrimento dessa gente que acabou de saber que sua filha foi brutalmente torturada e morta, sua carne foi dada de comer a cães, e o que sobrou talvez nunca seja encontrado?
Mas somente a quadrilha é responsável por isso? Não! Absolutamente não! Pois esse tipo de crime só acontece com toda essa frequência por causa da impunidade e da lentidão com a qual os processos judiciários ocorrem aqui no Brasil, pois se esse monstro tivesse sido preso e ficado trancafiado depois do escândalo da agressão, hoje a Eliza estaria entre nós, sem a pensão mas ao menos estaria viva.
Impunidade essa como a do Caso da Daniela Perez, Maristela Just, João Hélio, e muitos outros.
Impunidade essa que faz a população acreditar que se o criminoso tiver dinheiro ele estará acima da justiça, não importa a barbaridade do crime;
Impunidade essa que permite que bandidos conhecidos abertamente se tornem deputados e assim fiquem suspensos seus processos criminais;
Impunidade essa que faz com que grande parte da população queira a pena de morte para esse tipo de crime;
Impunidade essa que faz com que a população sinta falta da ditadura militar.
Por mais que a Eliza não valesse nada, fosse uma maria chuteira de mão cheia, não justifica a bárbarie com que esse crime foi realizado. Me pergunto até aonde vai o sofrimento da família da moça, pois já é cruel saber que você terá que enterrar um filho, é ainda mais cruel não saber que fim um filho levou, se está vivo ou morto, mas até aonde vai o sofrimento dessa gente que acabou de saber que sua filha foi brutalmente torturada e morta, sua carne foi dada de comer a cães, e o que sobrou talvez nunca seja encontrado?
Mas somente a quadrilha é responsável por isso? Não! Absolutamente não! Pois esse tipo de crime só acontece com toda essa frequência por causa da impunidade e da lentidão com a qual os processos judiciários ocorrem aqui no Brasil, pois se esse monstro tivesse sido preso e ficado trancafiado depois do escândalo da agressão, hoje a Eliza estaria entre nós, sem a pensão mas ao menos estaria viva.
Impunidade essa como a do Caso da Daniela Perez, Maristela Just, João Hélio, e muitos outros.
Impunidade essa que faz a população acreditar que se o criminoso tiver dinheiro ele estará acima da justiça, não importa a barbaridade do crime;
Impunidade essa que permite que bandidos conhecidos abertamente se tornem deputados e assim fiquem suspensos seus processos criminais;
Impunidade essa que faz com que grande parte da população queira a pena de morte para esse tipo de crime;
Impunidade essa que faz com que a população sinta falta da ditadura militar.
Marcadores:
Notícias
Star Wars: cavaleiros da velha república.
Há muito tempo atrás, em uma Galáxia muito, muito distante...
Nossos heróis iniciaram uma missão de resgate da mestra jedi Lia Sunbright, que havia sido capturada por caçadores de recompensas e estava sendo entregue a um grupo sith, mas essa negociação acaba sendo frustrada pelo comando Shyrakk (Batizado com esse nome em comparação com uma fera selvagem das florestas de Kashyyk) comandado pela Major Birkenbauer.
Após a missão de resgate o grupo recebe a localização de um estaleiro onde estão fazendo manutenção em naves sith que estiveram avariadas devido aos diversos conflitos com a armada da república. E devido a uma difícil infiltração pela ala de descarga do estaleiro, o grupo consegue invadir o lugar, e a duras penas invadir a base, chegar ao centro de comando da estação, resgatando prisioneiros, roubando naves e matando um aprendiz sith.
Devido a sua imersão cada vez maior, Merrick viaja rumo a Dantooine procurar novamente a harmonia com a Força, e a Major Stela "Matadora de sith"Birkenbauer continua com os esforços de guerra.
Nossos heróis iniciaram uma missão de resgate da mestra jedi Lia Sunbright, que havia sido capturada por caçadores de recompensas e estava sendo entregue a um grupo sith, mas essa negociação acaba sendo frustrada pelo comando Shyrakk (Batizado com esse nome em comparação com uma fera selvagem das florestas de Kashyyk) comandado pela Major Birkenbauer.
Após a missão de resgate o grupo recebe a localização de um estaleiro onde estão fazendo manutenção em naves sith que estiveram avariadas devido aos diversos conflitos com a armada da república. E devido a uma difícil infiltração pela ala de descarga do estaleiro, o grupo consegue invadir o lugar, e a duras penas invadir a base, chegar ao centro de comando da estação, resgatando prisioneiros, roubando naves e matando um aprendiz sith.
Devido a sua imersão cada vez maior, Merrick viaja rumo a Dantooine procurar novamente a harmonia com a Força, e a Major Stela "Matadora de sith"Birkenbauer continua com os esforços de guerra.
domingo, 27 de junho de 2010
AD&D na Torre: O forte da 8ª legião
O grupo sobrevivente da última batalha se desfaz, em que Arcania volta a patrulhar sua floresta junto de seu fiel unicórnio Kilin. Ela encontra um grupo de membros da rebelião da ilha de Lodis, e juntos eles seguem para descobrir o que aconteceu com a 8ª Legião, que estava sem manter contato há mais de 10 dias. No caminho eles encontram com bandidos que estavam foragidos na floresta, e mantinham uma família de mercadores como reféns. Darkor, um sacerdote de Aurora, deusa da vida, invoca um grupo de seres da floresta, Brownies, e eles coordenam um tumulto no acampamento dos bandidos. Tudo ocorre bem, até que a maior parte dos bandidos é morta, e o líder deles acaba fugindo.
Já no forte, os nossos heróis invadem o local, e não encontram um sinal de vida. O mago do grupo percebe uma movimentação estranha, e eles entram para investigar, e se deparam com um bando de carniçais, e o combate se desenrola por bastante tempo, e se mostra muito difícil, até que os heróis conseguem por fim escapar.
Já no forte, os nossos heróis invadem o local, e não encontram um sinal de vida. O mago do grupo percebe uma movimentação estranha, e eles entram para investigar, e se deparam com um bando de carniçais, e o combate se desenrola por bastante tempo, e se mostra muito difícil, até que os heróis conseguem por fim escapar.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Nem tudo na vida de professor é desgraça
Bom, aqui estou eu de novo, mas apesar do que tenho feito nos posts anteriores, em que só relatei minhas desventuras na minha vida como professor/monitor, nesse post vou narrar um evento que realmente faz minha profissão valer o esforço.
"Lá estava eu em campo grande, assistindo meu último dia de estágio, organizando toda a papelada, e um aluno procura a minha orientadora de estágio para tirar algumas dúvidas, e como a turma já estava aguardando ela, me ofereci para tirar as dúvidas desse aluno. Eis que começo a explicar a parte de eletrização, e a citar os tipos de eletrização, por contato, atrito e por indução. Em seguida eu fiz um truque que aprendi lá no Elite, e minha orientadora fica me sacaneando dizendo que não consigo fazer isso numa parede limpa, atritei uma caneta na parede e ela ficou presa na mesma. O aluno me olhou espantado, e me perguntou como fiz aquilo. Apenas expliquei que ao atritar a caneta na parede, eu removi elétrons dela, que ficaram retidos na parede, e assim houve uma força de atração que mantia a caneta presa à parede. E então vi os olhos de um adulto brilharem como os de uma criança que vê uma mágica pela primeira vez. Em seguida fiquei explicando a ele a matéria e fazendo uns exercícios com ele".
Eis que percebo na pele que não importa a didática que eu use, os exercícios, o livro, o linguajar. Só conseguirei ensinar ao aluno que realmente estiver disposto a aprender.
"Lá estava eu em campo grande, assistindo meu último dia de estágio, organizando toda a papelada, e um aluno procura a minha orientadora de estágio para tirar algumas dúvidas, e como a turma já estava aguardando ela, me ofereci para tirar as dúvidas desse aluno. Eis que começo a explicar a parte de eletrização, e a citar os tipos de eletrização, por contato, atrito e por indução. Em seguida eu fiz um truque que aprendi lá no Elite, e minha orientadora fica me sacaneando dizendo que não consigo fazer isso numa parede limpa, atritei uma caneta na parede e ela ficou presa na mesma. O aluno me olhou espantado, e me perguntou como fiz aquilo. Apenas expliquei que ao atritar a caneta na parede, eu removi elétrons dela, que ficaram retidos na parede, e assim houve uma força de atração que mantia a caneta presa à parede. E então vi os olhos de um adulto brilharem como os de uma criança que vê uma mágica pela primeira vez. Em seguida fiquei explicando a ele a matéria e fazendo uns exercícios com ele".
Eis que percebo na pele que não importa a didática que eu use, os exercícios, o livro, o linguajar. Só conseguirei ensinar ao aluno que realmente estiver disposto a aprender.
Marcadores:
Educação